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Incêndio de Kasunko, 23 de janeiro de 2016 Kasunko, Sanda Loko, Sella Limba

Apagado · última deteção 27/01/2016, 02:41 UTC

O fogo começou a 23 de janeiro de 2016 em Kasunko, Serra Leoa, e os satélites viram-no arder durante 4 dias. O sistema mundial GWIS do Copernicus reconstruiu a partir dos focos de calor um perímetro ardido de 2 893 hectares, repartido por 3 municípios.

É o 103.º maior de Northern desde 2016 (de 1112 com ficha). O 25.º da Serra Leoa em 2016, de 208.

A potência medida pelo satélite é baixa (23,6 MW no foco mais intenso), mais própria de uma queimada de pastos ou restolho, ou de um fogo de superfície que avança devagar, do que de um grande incêndio florestal com chama alta.

Área ardida
2 893ha
perímetro GWIS (Copernicus)
Duração
4dias
23/01/2016 – 26/01/2016
Municípios afetados
3
chefaturas
Começou a
23 jan.
2016
Focos de calor
93
num único foco: 24 MW
Perigo ao começar
41
Muito elevado · índice FWI
Energia acumulada
574MW
soma da potência detetada

Onde ardeu

27/01/2016
FOCOS POR DIA 23 jan.26 jan.

Como evoluiu, dia a dia

2324252627

Potência radiativa detetada cada dia, em megawatts, e número de focos. A barra magenta marca o dia de maior atividade.

Com que tempo ardeu

37°máxima
37km/h · rajada máxima
15%humidade mínima

Levava 17 dias sem chover (1 mm ou mais) quando começou.

Esta zona já tinha ardido

Não há perímetros anteriores a este incêndio na mesma zona desde 2016, quando começa o registo por satélite.

O que aconteceu a cada município

  1. Kasunko onde começou
    2 351 ha chegou a 23 jan.
    2,5 %
  2. 555 ha chegou a 23 jan.
    0,9 %
  3. 6 ha
    0,0 %

Área ardida dentro de cada município, cruzando o perímetro do GWIS com os limites administrativos. A distância é do centro da povoação ao fogo mais próximo: ficar a um quilómetro não significa que chegou às casas.

O tempo dia a dia

Reanálise ERA5 do ECMWF no ponto do incêndio, a referência para o tempo de datas passadas, e o índice de perigo FWI do sistema canadiano, o mesmo que o Copernicus usa, calculado pela WorldFires com esses dados. Os dias seguintes vão até à primeira chuva.

Open-Meteo.com (CC BY 4.0) · Copernicus Climate Change Service (ERA5)

Dia Máxima Humidade mín. Rajada máx. Chuva Perigo (FWI)
23 jan. 36,1 °C 18 % 37 km/h 0,0 mm Muito elevado 41
24 jan. 37,1 °C 15 % 33 km/h 0,0 mm Muito elevado 41
25 jan. 35,0 °C 30 % 20 km/h 0,0 mm Elevado 35
26 jan. 35,8 °C 21 % 26 km/h 0,0 mm Elevado 35
27 jan. depois 34,2 °C 16 % 37 km/h 0,0 mm Muito elevado 42
28 jan. depois 35,3 °C 12 % 54 km/h 0,0 mm Extremo 55
29 jan. depois 36,4 °C 14 % 55 km/h 0,0 mm Extremo 58
30 jan. depois 36,3 °C 14 % 36 km/h 0,0 mm Muito elevado 48
31 jan. depois 34,7 °C 18 % 20 km/h 0,0 mm Muito elevado 43
1 fev. depois 36,5 °C 17 % 28 km/h 0,0 mm Muito elevado 43
2 fev. depois 35,2 °C 16 % 40 km/h 0,0 mm Extremo 51
3 fev. depois 36,0 °C 15 % 34 km/h 0,0 mm Muito elevado 48
4 fev. depois 35,8 °C 25 % 22 km/h 0,0 mm Muito elevado 42
5 fev. depois 37,4 °C 16 % 22 km/h 0,0 mm Muito elevado 41

Antes e depois, do satélite

Arraste a linha para comparar o mesmo terreno antes do fogo e depois.

Antes · 16/01/2016
Depois · 02/02/2016

Se o dia estiver nublado, mude a data: cada satélite passa uma vez por dia. Em falsa cor o queimado fica castanho ou avermelhado.

Tabela de deteções · 93Cada foco de calor do satélite, um a um, com hora, satélite, potência e coordenadas.
⬇ Descarregar CSV Horas em UTC. Cada foco é um píxel de 375 m: um fogo grande produz centenas por passagem.
Data e horaSatéliteFRP (MW)LatLon

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Perguntas frequentes

Quanto durou o incêndio de Kasunko?
O GWIS (Copernicus) data-o entre 23 de janeiro de 2016 e 26 de janeiro de 2016: 4 dias entre o primeiro e o último foco de calor do perímetro.
Que área ardeu?
O perímetro que o GWIS (Copernicus) reconstruiu a partir dos focos de calor é de 2 893 hectares (28,9 km²). É uma estimativa: os números oficiais de cada país podem diferir.
Que municípios arderam?
O fogo entrou em 3 municípios: Kasunko (2 351 ha, 2,5 %); Sanda Loko (555 ha, 0,9 %); Sella Limba (6 ha, 0,0 %).
Que tempo fazia?
Durante o incêndio atingiram-se 37,1 °C, uma humidade mínima de 15 % e rajadas de 37 km/h. O perigo de incêndio (FWI) chegou a 41, classe Muito elevado.
De onde vêm estes dados?
Do perímetro ardido do GWIS (Copernicus), dos focos de calor VIIRS da NASA FIRMS e dos limites administrativos da Serra Leoa (geoBoundaries). Não é um relatório oficial.

Onde verificar

Uma deteção de satélite não é um relatório oficial. Os números definitivos e o estado do incêndio são publicados pelo serviço de emergência de cada país.

Contraste por satélite

Há algo que não bate certo nesta página?

Esta página é feita com dados de satélite e registos oficiais e às vezes engana-se: datas erradas, a localidade errada, dois incêndios juntos ou algo que nem foi um incêndio. Se conhece este fogo de perto — vive lá, viu-o, trabalhou no combate ou fez a cobertura como jornalista —, conte-nos o que aconteceu de facto e vamos verificar.

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De onde vêm estes dados

O perímetro é do Global Wildfire Information System (GWIS) do Copernicus, que o reconstrói a partir dos focos de calor dos sensores MODIS e VIIRS e o publica com licença CC BY 4.0. Não é medido sobre imagem como na Europa, por isso é uma estimativa. Os focos de calor são dos sensores VIIRS dos satélites Suomi-NPP e NOAA-20, distribuídos pela NASA FIRMS com píxel de 375 metros. Os limites administrativos são de geoBoundaries ADM3 (Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY 4.0)). A área por município é calculada pela WorldFires cruzando o perímetro com esses limites, pelo que pode diferir do número oficial de cada país.