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Incêndio de Tirúa, abril 2016 Tirúa

Apagado · última deteção 12/04/2016, 18:12 UTC

O fogo começou a 8 de abril de 2016 em Tirúa, Chile, e os satélites viram-no arder durante 5 dias. O sistema mundial GWIS do Copernicus reconstruiu a partir dos focos de calor um perímetro ardido de 1 709 hectares, repartido por um único município.

É o 39.º maior de Región del Bío-Bío desde 2016 (de 74 com ficha). O 16.º do Chile em 2016, de 28.

Área ardida
1 709ha
perímetro GWIS (Copernicus)
Duração
5dias
08/04/2016 – 12/04/2016
Municípios afetados
1
comunas
Começou a
8 abr.
2016
Focos de calor
52
num único foco: 36 MW
Perigo ao começar
4
Muito baixo · índice FWI
Energia acumulada
635MW
soma da potência detetada

Onde ardeu

12/04/2016
FOCOS POR DIA 8 abr.12 abr.

Como evoluiu, dia a dia

89101112

Potência radiativa detetada cada dia, em megawatts, e número de focos. A barra magenta marca o dia de maior atividade.

Com que tempo ardeu

19°máxima
44km/h · rajada máxima
49%humidade mínima

Levava um dia sem chover (1 mm ou mais) quando começou. Depois do incêndio chegou a chuva: 8,7 mm a 13 abr..

Esta zona já tinha ardido

Não há perímetros anteriores a este incêndio na mesma zona desde 2016, quando começa o registo por satélite.

O que aconteceu a cada município

  1. Tirúa onde começou
    1 710 ha chegou a 6 abr.
    2,7 %

Área ardida dentro de cada município, cruzando o perímetro do GWIS com os limites administrativos. A distância é do centro da povoação ao fogo mais próximo: ficar a um quilómetro não significa que chegou às casas.

O tempo dia a dia

Reanálise ERA5 do ECMWF no ponto do incêndio, a referência para o tempo de datas passadas, e o índice de perigo FWI do sistema canadiano, o mesmo que o Copernicus usa, calculado pela WorldFires com esses dados. Os dias seguintes vão até à primeira chuva.

Open-Meteo.com (CC BY 4.0) · Copernicus Climate Change Service (ERA5)

Dia Máxima Humidade mín. Rajada máx. Chuva Perigo (FWI)
8 abr. 13,7 °C 55 % 38 km/h 0,0 mm Muito baixo 4
9 abr. 12,9 °C 64 % 30 km/h 0,0 mm Muito baixo 4
10 abr. 17,7 °C 58 % 38 km/h 0,0 mm Baixo 7
11 abr. 19,3 °C 49 % 29 km/h 0,0 mm Baixo 7
12 abr. 16,9 °C 61 % 44 km/h 0,0 mm Baixo 10
13 abr. depois 12,9 °C 75 % 62 km/h 8,7 mm Muito baixo 0

Antes e depois, do satélite

Arraste a linha para comparar o mesmo terreno antes do fogo e depois.

Antes · 01/04/2016
Depois · 19/04/2016

Se o dia estiver nublado, mude a data: cada satélite passa uma vez por dia. Em falsa cor o queimado fica castanho ou avermelhado.

Tabela de deteções · 52Cada foco de calor do satélite, um a um, com hora, satélite, potência e coordenadas.
⬇ Descarregar CSV Horas em UTC. Cada foco é um píxel de 375 m: um fogo grande produz centenas por passagem.
Data e horaSatéliteFRP (MW)LatLon

Outros incêndios na zona

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Perguntas frequentes

Quanto durou o incêndio de Tirúa?
O GWIS (Copernicus) data-o entre 8 de abril de 2016 e 12 de abril de 2016: 5 dias entre o primeiro e o último foco de calor do perímetro.
Que área ardeu?
O perímetro que o GWIS (Copernicus) reconstruiu a partir dos focos de calor é de 1 709 hectares (17,1 km²). É uma estimativa: os números oficiais de cada país podem diferir.
Que municípios arderam?
O fogo só entrou em Tirúa (1 710 ha, 2,7 %).
Que tempo fazia?
Durante o incêndio atingiram-se 19,3 °C, uma humidade mínima de 49 % e rajadas de 44 km/h. O perigo de incêndio (FWI) chegou a 10, classe Baixo.
De onde vêm estes dados?
Do perímetro ardido do GWIS (Copernicus), dos focos de calor VIIRS da NASA FIRMS e dos limites administrativos do Chile (geoBoundaries). Não é um relatório oficial.

Onde verificar

Uma deteção de satélite não é um relatório oficial. Os números definitivos e o estado do incêndio são publicados pelo serviço de emergência de cada país.

Emergências: 130 (CONAF) · 132

Contraste por satélite

Há algo que não bate certo nesta página?

Esta página é feita com dados de satélite e registos oficiais e às vezes engana-se: datas erradas, a localidade errada, dois incêndios juntos ou algo que nem foi um incêndio. Se conhece este fogo de perto — vive lá, viu-o, trabalhou no combate ou fez a cobertura como jornalista —, conte-nos o que aconteceu de facto e vamos verificar.

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De onde vêm estes dados

O perímetro é do Global Wildfire Information System (GWIS) do Copernicus, que o reconstrói a partir dos focos de calor dos sensores MODIS e VIIRS e o publica com licença CC BY 4.0. Não é medido sobre imagem como na Europa, por isso é uma estimativa. Os focos de calor são dos sensores VIIRS dos satélites Suomi-NPP e NOAA-20, distribuídos pela NASA FIRMS com píxel de 375 metros. Os limites administrativos são de geoBoundaries ADM3 (Creative Commons Attribution 3.0 Intergovernmental Organisations (CC BY 3.0 IGO)). A área por município é calculada pela WorldFires cruzando o perímetro com esses limites, pelo que pode diferir do número oficial de cada país.