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Incêndio de Dilling, dezembro 2016 Dilling

Apagado · última deteção 15/12/2016, 23:42 UTC

O fogo começou a 11 de dezembro de 2016 em Dilling, Sudão, e os satélites viram-no arder durante 5 dias. O sistema mundial GWIS do Copernicus reconstruiu a partir dos focos de calor um perímetro ardido de 4 178 hectares, repartido por um único município.

É o 97.º maior de South Kordofan desde 2016 (de 442 com ficha). O 43.º do Sudão em 2016, de 169.

A potência medida pelo satélite é baixa (25,1 MW no foco mais intenso), mais própria de uma queimada de pastos ou restolho, ou de um fogo de superfície que avança devagar, do que de um grande incêndio florestal com chama alta.

Área ardida
4 178ha
perímetro GWIS (Copernicus)
Duração
5dias
11/12/2016 – 15/12/2016
Municípios afetados
1
localidades
Começou a
11 dez.
2016
Focos de calor
115
num único foco: 25 MW
Perigo ao começar
56
Extremo · índice FWI
Energia acumulada
530MW
soma da potência detetada

Onde ardeu

15/12/2016
FOCOS POR DIA 11 dez.15 dez.

Como evoluiu, dia a dia

1112131415

Potência radiativa detetada cada dia, em megawatts, e número de focos. A barra magenta marca o dia de maior atividade.

Com que tempo ardeu

33°máxima
48km/h · rajada máxima
9%humidade mínima

Levava mais de dois meses sem chover (1 mm ou mais) quando começou.

Esta zona já tinha ardido

Não há perímetros anteriores a este incêndio na mesma zona desde 2016, quando começa o registo por satélite.

O que aconteceu a cada município

  1. Dilling onde começou
    4 208 ha chegou a 11 dez.
    1,1 %

Área ardida dentro de cada município, cruzando o perímetro do GWIS com os limites administrativos. A distância é do centro da povoação ao fogo mais próximo: ficar a um quilómetro não significa que chegou às casas.

O tempo dia a dia

Reanálise ERA5 do ECMWF no ponto do incêndio, a referência para o tempo de datas passadas, e o índice de perigo FWI do sistema canadiano, o mesmo que o Copernicus usa, calculado pela WorldFires com esses dados. Os dias seguintes vão até à primeira chuva.

Open-Meteo.com (CC BY 4.0) · Copernicus Climate Change Service (ERA5)

Dia Máxima Humidade mín. Rajada máx. Chuva Perigo (FWI)
11 dez. 32,0 °C 16 % 42 km/h 0,0 mm Extremo 56
12 dez. 32,5 °C 16 % 38 km/h 0,0 mm Extremo 54
13 dez. 32,6 °C 13 % 43 km/h 0,0 mm Extremo 57
14 dez. 30,0 °C 9 % 48 km/h 0,0 mm Extremo 62
15 dez. 29,0 °C 15 % 46 km/h 0,0 mm Extremo 59
16 dez. depois 29,6 °C 16 % 39 km/h 0,0 mm Extremo 53
17 dez. depois 29,3 °C 16 % 46 km/h 0,0 mm Extremo 58
18 dez. depois 31,4 °C 19 % 49 km/h 0,0 mm Extremo 59
19 dez. depois 31,8 °C 16 % 51 km/h 0,0 mm Extremo 62
20 dez. depois 30,8 °C 21 % 47 km/h 0,0 mm Extremo 55
21 dez. depois 30,5 °C 17 % 44 km/h 0,0 mm Extremo 54
22 dez. depois 31,8 °C 16 % 41 km/h 0,0 mm Extremo 52
23 dez. depois 34,3 °C 17 % 38 km/h 0,0 mm Extremo 50
24 dez. depois 33,9 °C 17 % 41 km/h 0,0 mm Extremo 54
25 dez. depois 28,1 °C 22 % 48 km/h 0,0 mm Extremo 53

Antes e depois, do satélite

Arraste a linha para comparar o mesmo terreno antes do fogo e depois.

Antes · 04/12/2016
Depois · 22/12/2016

Se o dia estiver nublado, mude a data: cada satélite passa uma vez por dia. Em falsa cor o queimado fica castanho ou avermelhado.

Tabela de deteções · 115Cada foco de calor do satélite, um a um, com hora, satélite, potência e coordenadas.
⬇ Descarregar CSV Horas em UTC. Cada foco é um píxel de 375 m: um fogo grande produz centenas por passagem.
Data e horaSatéliteFRP (MW)LatLon

Outros incêndios na zona

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Perguntas frequentes

Quanto durou o incêndio de Dilling?
O GWIS (Copernicus) data-o entre 11 de dezembro de 2016 e 15 de dezembro de 2016: 5 dias entre o primeiro e o último foco de calor do perímetro.
Que área ardeu?
O perímetro que o GWIS (Copernicus) reconstruiu a partir dos focos de calor é de 4 178 hectares (41,8 km²). É uma estimativa: os números oficiais de cada país podem diferir.
Que municípios arderam?
O fogo só entrou em Dilling (4 208 ha, 1,1 %).
Que tempo fazia?
Durante o incêndio atingiram-se 32,6 °C, uma humidade mínima de 9 % e rajadas de 48 km/h. O perigo de incêndio (FWI) chegou a 62, classe Extremo.
De onde vêm estes dados?
Do perímetro ardido do GWIS (Copernicus), dos focos de calor VIIRS da NASA FIRMS e dos limites administrativos do Sudão (geoBoundaries). Não é um relatório oficial.

Onde verificar

Uma deteção de satélite não é um relatório oficial. Os números definitivos e o estado do incêndio são publicados pelo serviço de emergência de cada país.

Contraste por satélite

Há algo que não bate certo nesta página?

Esta página é feita com dados de satélite e registos oficiais e às vezes engana-se: datas erradas, a localidade errada, dois incêndios juntos ou algo que nem foi um incêndio. Se conhece este fogo de perto — vive lá, viu-o, trabalhou no combate ou fez a cobertura como jornalista —, conte-nos o que aconteceu de facto e vamos verificar.

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De onde vêm estes dados

O perímetro é do Global Wildfire Information System (GWIS) do Copernicus, que o reconstrói a partir dos focos de calor dos sensores MODIS e VIIRS e o publica com licença CC BY 4.0. Não é medido sobre imagem como na Europa, por isso é uma estimativa. Os focos de calor são dos sensores VIIRS dos satélites Suomi-NPP e NOAA-20, distribuídos pela NASA FIRMS com píxel de 375 metros. Os limites administrativos são de geoBoundaries ADM2 (Creative Commons Attribution 3.0 Intergovernmental Organisations (CC BY 3.0 IGO)). A área por município é calculada pela WorldFires cruzando o perímetro com esses limites, pelo que pode diferir do número oficial de cada país.